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Entregue aos bichos

eles comem tudo...

eles comem tudo...

O INQUILINO INDESEJÁVEL

 

 

O INQUILINO INDESEJÁVEL

 

 

 

 

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Deixámo-lo ocupar aquela casita em S. Bento, na esperança de ele nos resolver um problema, que na verdade não é culpa de todos nós, mas apenas de alguns parasitas que se vão enchendo pela calada da noite, enquanto o povo vai desperdiçando o seu tempo, com uns joguitos de futebol, com umas telenovelas merdosas e juntando e alinhando os seus cupões de supermercado na tentativa de poupar uns cêntimos.

Ele disse quando candidato, que estava preparadíssimo para governar Portugal, disse ainda que o seu programa era para cumprir, e vendeu banha da cobra a torto e a direito, chegando ao ponto de dizer que todos tinham lugar no projeto dele.

 

 

Prometeu-nos não estragar a casa, nem meter lá muita gente dentro, pois prezava muito o sossego para aquelas bandas, mentiu-nos, todos os dias lá mete os amigalhaços, todos os dias contrata dezenas de primos e primas, nós nem sabemos onde ele vai buscar tanta gente, nem nós e possivelmente nem ele era conhecedor de todas aquelas suas amizades!

 

Perdeu dois anos a montar uma máquina para nos vender com mais facilidade o algodão doce, senão vejamos, todos os dias conseguem ter na comunicação social uma série de comentadores que nos tentam enfiar pelos olhos dentro, mentiras e mais mentiras de que tudo está a correr pelo melhor, de vez em quando, (faz parte da técnica) lá dizem que isto ou aquilo está mal, mas não tarda nada lá vêem dizer que afinal tudo está resolvido e Portugal está em boas mãos.

 

Tem gente que diz não ir para além do risco vermelho, mais vai nas calmas, despudoradamente, como se de crianças se tratassem, chegam a empregar a palavra irrevogável, para que não existam dúvidas sobre aquilo que prometem, mas de um dia para o outro esquecem-se literalmente daquilo que prometeram, de novo como os putos, quando no entusiasmo da brincadeira resolvem dar o dito por não dito, tem também gente que diz que não irá subir os impostos, que não corta pensões, que só tem mimos para dar ao povo, mas quando os conselheiros lhe segredam aos ouvidos que se não for o povinho a pagar o dele, e o deles, eles tremem e zás, tem de ser assim brutal, dizem, é desta forma porque é a bem da nação.

 

Se eles podem roer o que connosco combinaram, por que não podemos nós de um dia para o outro dar-lhes ordem de despejo, pô-los na rua, e de seguida desinfetarmos a casa, porque ainda deve lá ter dentro, um bichinho que a todos corrompe, ou será culpa do pote mágico, onde eles enfiaram as mãos e os pés?

 

 

 

Para que quero eu políticos destes!

 

 

 

Deputados votam hoje reposição do subsídio de férias aos trabalhadores do Estado

 

 

Os deputados vão hoje, dia 14.06.2013, votar na comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, a redação final da proposta de lei que regula a reposição do subsídio de férias este ano para os trabalhadores  públicos, aposentados, reformados e demais pensionistas.

 

 

Na quarta-feira, o deputado do PCP, Honório Novo, esclareceu que a votação  da redação final da proposta de lei do Governo sobre o pagamento de subsídios  de férias em novembro foi adiada a pedido de todos os grupos parlamentares.

O deputado do PCP esclareceu na altura à Lusa que "houve um acordo tácito  de todas as bancadas" para votar a proposta hoje, uma vez que "a votação  terá de ser feita com base num pré-agendamento".  

O adiamento foi solicitado pelos deputados dos grupos parlamentares  que integram a comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública,  uma vez que esta matéria não constava da agenda da reunião desta manhã,  tendo sido introduzida na discussão pelo presidente da comissão, Eduardo  Cabrita. 

A proposta de lei do Governo foi aprovada na especialidade na quarta-feira,  depois de na sexta-feira anterior, 07 de junho, o parlamento ter aprovado  o diploma que regula a reposição, em 2013, do subsídio de férias para os  trabalhadores da administração pública, reformados e pensionistas, com os  votos favoráveis do PSD e do CDS-PP. 

Mas na terça-feira, o Governo ordenou aos serviços públicos o não pagamento  subsídio de férias em junho apesar da suspensão ter sido chumbada pelo Tribunal  Constitucional e de não estar em vigor a proposta do executivo que remete  para novembro esse pagamento. 

De acordo com uma deliberação do Conselho de Ministros da passada quinta-feira,  que não foi referida em nenhum dos comunicados que se seguiram à reunião  do executivo, mas à qual a Lusa teve hoje acesso, o Governo argumentou que,  apesar do chumbo do Tribunal Constitucional, não há "meios necessários e  suficientes" para que os trabalhadores do Estado possam receber o subsídio  de férias em junho, conforme a legislação em vigor no âmbito do Regime do  Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP). 

"O Orçamento do Estado para 2013 não prevê os meios necessários e suficientes  para garantir o referido pagamento, existindo assim uma inconsistência entre  a obrigação legal de pagar os subsídios e os limites orçamentais impostos  pela referida lei", lia-se na deliberação. 

 

 

Lusa

 

 

 

Para que quero eu políticos destes?

 

 

As baratas tontas atacam de novo os reformados...

As baratas tontas jogam ao Monopólio.

 

 

Que falta de imaginação que estas baratas tontas têm, o truque é dar um certo ar de que tudo vai bem na coligação, então vêm a terreiro e vomitam - Portuguêses estamos a passar por um periodo difícil e somos obrigados a sacar aos reformados o deles, isto porque da outra vez, os senhores juízes não nos deixaram pôr as contas em ordem, mas, ninguém sabe explicar como, nem eles dão uma pista, iremos arranjar forma de os espremer...

 

Dois dias depois vem o Paulinho das feiras, e diz;

- Por aí não, isso é passar a linha vermelha...

 

Dias depois entrevistam o secretário do Vitinha e ele desabafa...

 

- Ainda não sabemos bem como, mas vamos nivelar as diferenças entre os pensionistas do estado e os particulares e sendo assim, iremos arranjar forma de espremer os reformados do estado, com retroativos desde 2005.

 

Curiosamente o Paulinho das feiras já não se houve, o Mota Soares defensor dos fracos e oprimidos, também não!

 

O Frasquilho, que tanto tossia, já não tem esse curioso catarro de outrora... Emfim!

 

Só me resta perguntar, para que quero eu políticos destes?

 

 

A fertil imaginação destes governantes e a corda do Passos

 

 

O Ministério das Finanças está a estudar a hipótese de tornar definitivos os cortes aplicados este ano às pensões de reforma.

(Que falta de imaginação, não haverá mais onde cortar).

O projeto, no entanto, só avançará se o Tribunal Constitucional avalizar a Contribuição Extraordinária de Solidariedade, que permitiu a redução das reformas acima dos 1350 euros.

É uma das medidas ainda em estudo para redução permanente da despesa do Estado e que será apresentada à troika na próxima avaliação, marcada para final deste mês. (Esperemos que os senhores juízes, no mínimo, defendam o deles).

No entanto, as dúvidas constitucionais sobre a proposta de redução real das reformas - nomeadamente a possibilidade do TC considerar que ela viola o princípio da confiança dos reformados - trava as intenções do Governo. (Que se lixe a populaça, no deles é que não cortam).

Fontes governamentais garantiram ao Expresso que, porém, a "proposta continua em estudo e em cima da mesa". (Obrigado!).

Mais avançadas estão as propostas de cortes de 4 mil milhões de euros na despesa do Estado.

O Governo quer lançar um programa alargado de rescisões de contratos para funcionários públicos de mais baixas qualificações - e que representam cerca de 36% do total - que será financiado através do recurso ao fundo de pensões do Banco de Portugal. (E pronto, de novo a fértil e malévola imaginação destes governantes! Mandam montes de gente para a reforma e nunca mais actualizam as mesmas e etc., o que é um autêntico golpe de encher o saco e mais uma vez a populaça será empurrada para mais miséria!).

Outras fontes de financiamento deste projeto de emagrecimento da Administração do Estado serão os fundos comunitários de formação e empreendedorismo, assim como receitas extraordinárias provenientes de novas privatizações. (E assim avaçaremos para o mundo com um fantástico projeto de exportações!).

 

Talvez os cérebros dos nossos governantes vendidos lá fora nos pagassem as dívidas! Tentemos vendê-los, mesmo que não rendam um centavo ficamos aliviados de semelhantes meninos!

 

Para que quero eu políticos destes!

 

 

 

Uma teia de mentiras

 

Afinal o Álvaro é mesmo mentiroso, um dia os filhos dele terão vergonha de ter um pai mentiroso.

 

Bastava o Álvaro da Economia ter dito uma verdade no Parlamento: o senhor secretário de Estado não se demite porque se o primeiro-ministro mantém a confiança no Relvas, ninguém neste Governo tem vergonha do que quer que seja. E pronto, bastava.

 

Não foi por acaso, que o Relvas veio a correr defender a "vítima" de mais um "linchamento"...

 

Felizmente a SIC, no Jornal da Noite, desmentiu ponto por ponto o que disse o Álvaro sobre o novo secretário de Estado do Empreendedorismo e a TVI fez o mesmo. Claro, entre os muitos factos que desmentem o ministro, há um, claríssimo: Miguel Cadilhe (quando assumiu a presidência do banco, pós-Oliveira e Costa) enfrentou Franquelim Alves porque este não lhe comunicou a dimensão da fraude no grupo BPN. Além disso, a carta que o ministro invocou como tendo sido escrita por Franquelim Alves para desmascarar as trapaças no BPN, não foi, afinal, escrita por ele, como lhe demonstraram os deputados da Oposição.

 

Ouviram o Álvaro contradizer? Nem pó.

 

 

Para que quero eu políticos destes!

O Pelotão de fuzilamento dos reformados e a sua legalidade.

 

 

O Presidente da República segundo um jornal da nossa praça, é particularmente incisivo nas medidas que afetam as pensões – onde há normas que, garante, «enfermam de inconstitucionalidades» – e até mesmo num ponto que consta do memorando da troika.

 

 A argumentação central do Presidente, que atravessa todo o requerimento, é a de que os cortes de rendimentos (subsídios de férias e sobretaxa de solidariedade) sobre os portugueses que vivem da sua pensão ou reforma são um «imposto de classe», ilegítimo face à lei fundamental.

 

 Os argumentos do Presidente:

 

«A suspensão do subsídio de férias aos funcionários públicos e pensionistas (...) consistirá num verdadeiro imposto».

 

 «A desigualdade que subsiste na tributação entre trabalhadores do sector público e do sector privado terá de ancorar (...) em fundamentos materiais adequados e não tanto em argumentos de maior fragilidade, como os que constavam do OE-2012».

 

 «Subsistem dúvidas sobre se as referidas normas [corte de subsídio na administração pública] observam os ‘limites da proibição do excesso em termos de igualdade proporcional’» [declarada pelo TC em 2012].

 

 «As normas (...) relativas à tributação dos reformados e pensionistas suscitam três ordens de dúvidas em matéria de constitucionalidade:

a) inobservância do critério da igualdade proporcional na tributação dos reformados.

b) suscetibilidade de violação do princípio da igualdade (...) por força da criação de ‘imposto de classe’ destinado a tributar agravadamente os pensionistas.

c) desconformidade com os princípios da proteção da confiança, da proporcionalidade e da garantia dos direitos patrimoniais».

 

 

 «Um qualquer ‘estado de necessidade’ financeiro ou fiscal não parece autorizar a criação de ‘impostos de classe’ portadores de um esforço fiscal desigualitário ou excessivo em face das demais categorias de cidadãos».

 

 

«Um qualquer ‘estado de necessidade’ financeiro ou fiscal não parece autorizar que as pensões de nível médio ou superior, por se reportarem a uma minoria (embora expressiva) de pensionistas, possam ser submetidas a um agravamento tributário profundamente desigual e até exorbitante».

 

 

«Estima-se que as normas [da contribuição extraordinária de solidariedade] enfermam de forte inconstitucionalidade».

 

 

Pedro Passos Coelho continua a dizer que o Govêrno está mandatado para tudo isto e mais alguma coisa, será possível tamanho disparate?

 

Diz ele que este Natal não foi o Natal que merecíamos, depois de ter acabado com a gordura social do décimo terceiro salário, mas sem pejo algum, volta à carga com mais ideias de caca.

 

Para que quero eu políticos destes?

 

 

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