Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Entregue aos bichos

eles comem tudo...

eles comem tudo...

Mas que grande derrapagem chiça!

 

A queda de 5,3% registada nos impostos indirectos constitui o principal problema que enfrentam actualmente as Finanças.

 

O IVA cai 2,2%, o ISP 7,6%, o Imposto sobre o Tabaco 10,8% e o Imposto sobre veículos 44,4%.

 

Para que quero eu políticos destes!

 

{#emotions_dlg.no}

 

 

As Cigarras e as formigas de Miguel Macêdo

 

Ninguem tem dúvidas de que as cigarras são os políticos, e que as formigas são os trabalhadores, mas Miguel Macêdo tenta inverter a situação, ofendendo de uma forma despudorada o povo que trabalha e se esforça por ganhar a vida, sendo sempre espezinhado e roubado e assim deste modo vexado.

 

 

 

 

Para que quero eu políticos destes!

 

 

De um tal Nuno de Magalhães

 

O que abaixo transcrevo é para rir, embora os tempos não estejam para isso.

 

 

O CDS-PP considerou hoje que a reunião de sexta-feira do Conselho de Estado deu "um contributo importante para a reconciliação  necessária dos portugueses com as instituições".

 

Em declarações à agência Lusa, através de contacto telefónico, Nuno Magalhães, líder da bancada parlamentar do CDS-PP, sintetizou em três pontos a reação do partido ao comunicado da reunião do Conselho de Estado, começando por sublinhar a abertura do Governo.

 

"O Governo mostrou abertura para procurar uma solução alternativa à TSU (Taxa Social Única) e isso revela humildade e espírito concertivo", disse Nuno Magalhães.

... ... balelas... ... balelas... ...balelas... ...

 

 

- Quem é este bacano do CDS para dizer que os portugueses se reconciliaram com as instituíções?

- Qual foi a abertura do Govêrno, como ele diz?

- Ainda vão procurar uma solução como alternativa à TSU, com sabe ele que os estou para gramar?

- De um govêrno autista ferido e enfezado não pode saír boa coisa, o ódio que estão a ter ao povo vai dar mau resultado.

 

 Cá estaremos para ver!

 

Para que quero eu políticos destes?

 

 

Haverá quem ainda acredite neles?

 

 

A LINGUAGEM DA VERDADE NA LUTA DE MASSAS

por Miguel Urbano Rodrigues

As medidas anunciadas pelo primeiro-ministro no dia 7 de Setembro - ostensivamente inconstitucionais - assinalaram uma vertiginosa galopada para a direita do governo mais reaccionário do país desde a Revolução de 1974.


Passos Coelho pelo que disse, pela hipocrisia e até pelo tom, fez-me recordar falas de ministros de Salazar. Deles se diferencia não pelo conteúdo ideológico da «mensagem», mas porque alguns eram inteligentes e porque o que resta da herança de Abril não lhe permite ir tão longe quanto desejaria na destruição de conquistas históricas dos trabalhadores e na ofensiva contra direitos e liberdades.

Os novos impostos e a descida da taxa social única (800 milhões oferecidos na prática às grandes empresas) inserem-se numa estratégia dita de «austeridade», mas que transcende as próprias exigências da troica. Foi concebida para favorecer o grande capital e atingir brutalmente os trabalhadores. O complemento da agressão fiscal tornado público pelo ministro Vítor Gaspar, tutor ideológico de Passos, amplia os contornos do pesadelo.

O fracasso do projecto em desenvolvimento é, porém, tão transparente – o défice não desceu, o desemprego disparou, o PIB caiu – que pela sua irracionalidade e consequências desastrosas ao levar o país à ruína abriu fissuras nas forças da direita que inicialmente o apoiaram maciçamente. Destacadas personalidades políticas do sistema, tradicionalmente vinculadas ao imperialismo, como Adriano Moreira, Freitas do Amaral, Alberto João Jardim, Bagão Félix, Mário Soares, Pacheco Pereira criticaram com maior ou menor clareza o pacote fiscal do governo. Até Catroga se distanciou.

O Presidente da República, esse, permaneceu mudo até ao momento em que escrevo.

Na hierarquia da Igreja levantam-se vozes condenando aquilo em que identificam o arrogante desprezo do governo pelo povo. A Saúde e a Educação serão brutalmente golpeadas. Entre os reformados a maré da revolta cresce. Não há mentira oficial que possa ocultar a evidência: o governo pretende destruir a Previdência, arrasar a Segurança Social.

O indigitado secretário-geral da UGT apelou à denúncia dos compromissos assumidos pela sua organização com o governo e o patronato e agora exige a rejeição das medidas anunciadas. A própria CIP desaprova a estratégia do Executivo, e Belmiro de Azevedo, o patrão da SONAE (que vai poupar muitos milhões de euros com a descida da taxa social única), demarcou-se do governo. Foi categórico ao afirmar que o brutal aumento da carga fiscal sobre o trabalho, longe de atingir os objectivos fixados, vai contribuir para o agravamento da crise.

Influentes «analistas» da burguesia, como Marcelo Rebelo de Sousa e Miguel Sousa Tavares, habitualmente prudentes nas críticas ao governo, desancaram agora Passos Coelho e a cruel farsa da «austeridade».

Não esperava o Primeiro-ministro que o seu medonho pacote fiscal fosse mal recebido por parlamentares e dirigentes do PSD e do CDS. Mas teve uma surpresa. «Sinto uma grande revolta no PSD - declarou ao jornal «Publico» um deputado desse partido - porque o Primeiro-ministro foi longe demais». No CDS o mal-estar aumenta a cada dia e alguns «barões» falam abertamente da necessidade de por termo à coligação, cimento da maioria parlamentar.

GRANDES LUTAS NO HORIZONTE

A presente crise – é uma certeza – vai aprofundar-se muito. Inseparável da crise global do capitalismo, a actual, que lançou milhões de portugueses no desemprego, na pobreza e na miséria, difere de todas as anteriores não apenas pelos seus efeitos sociais e económicos, mas pela ideologia e projecto dos representantes do capital que controlam o governo e o Parlamento.

É significativo que o ministro Relvas, envolvido numa cadeia de escândalos sórdidos, tenha aproveitado a sua visita ao Brasil para fazer no Rio declarações provocatórias, de elogio irrestrito à devastadora e criminosa política fiscal de Passos Coelho. Insolente, maltratando inclusive o idioma, sugere aos que dela discordam a apresentar uma alternativa, para concluir que ela não existe e proclamar que a recusa da estratégia do governo seria o caos. Não é inédito o seu arrogante desafio. Em situações históricas como a actual, os responsáveis pelas crises optam pelo auto-elogio, enquanto se preparam para responder com a repressão ao protesto popular.

Os Passos, Relvas e Companhia Lda esquecem que no movimento de fluxo e refluxo da História as grandes crises desembocam quase sempre numa contestação torrencial quando os povos, atingido um limite, não podem mais suportar a opressão da classe dominante e se mobilizam para lhe por termo. Não há dois processos iguais. As revoluções e as transições marcadas por reformas revolucionárias diferem de sociedade para sociedade, evoluindo em função de factores que não cabe analisar num artigo como este. Isso ocorreu no 25 de Abril.

Transcorridos 38 anos, frustradas as grandes esperanças da Revolução Democrática e Nacional, uma grande burguesia dependente, mais sofisticada do que a anterior, e mais intimamente ligada ao imperialismo, encontra-se novamente instalada no poder.
Sob alguns aspectos a luta contra o sistema é hoje mais difícil do que na época de Salazar e Caetano porque as condições subjectivas são menos favoráveis.

As instituições existentes (deformadas por sucessivas reformas da Constituição) levam milhões de portugueses, a maioria da cidadania, a crer que o regime português é democrático. Ora, na prática vivemos sob uma ditadura da burguesia de fachada democrática. Mas somente uma pequena minoria de portugueses tem consciência dessa realidade.

Em Portugal, a resistência dos trabalhadores a políticas neo-liberais de sucessivos governos do PSD e do PS tem sido uma constante. Sobretudo nos últimos anos. Expressou-se em gigantescas manifestações de protesto, em greves gerais e sectoriais realizadas com êxito, em lutas de numerosas categorias profissionais, com destaque para as dos professores. Mas o controlo dos media pelo capital e a influência hegemónica do imperialismo na Internet dificultam extraordinariamente a compreensão pela maioria dos portugueses da complexidade da crise mundial e dos desafios que se colocam ao povo português. Os mecanismos da alienação são uma fonte de ilusões, favorecendo a direita (na qual incluo os dirigentes do PS).

A ilusão de que é possível às forças progressistas chegar ao governo através de eleições está muito difundida. Tal convicção é utópica. A engrenagem montada pelas forças do capital foi concebida e funciona de modo a que alternadamente obtenham maioria parlamentar e cheguem ao governo, exibindo uma falsa representatividade popular, ora o PSD (levando a reboque o CDS), ora o PS.

A ruptura com essa engrenagem, para produzir efeitos, para ser real, não pode consumar-se dentro do sistema, tendente à sua democratização. Terá de ser uma ruptura contra o sistema. Por outras palavras, é imprescindível deixar transparente que o inimigo é o capitalismo e que este é irreformável pela sua natureza desumana. É possível em Portugal um governo menos reaccionário, mas não um governo progressista.

A linguagem da verdade é uma exigência política e ética no diálogo com as massas.

A ideia de uma volta a Abril é também romântica. A História não se repete. Seria negativo confundir os valores de Abril e o respeito que inspiram com a aspiração ilusória de uma nova Revolução Democrática e Nacional, no actual contexto.

Qual então o carácter da resposta popular, qual o rumo que a contestação ao poder da burguesia e ao protectorado imperial devem assumir? A pergunta é formulada com frequência por aqueles a quem são dirigidos apelos para a dinamização da luta de massas. E é pertinente porque a relação de forças na sociedade portuguesa não abre a porta a uma conjuntura pré-revolucionária. A menos que se produza a nível mundial uma situação revolucionária envolvendo os EUA e a União Europeia, o que não está para breve, uma Revolução social vitoriosa em Portugal é uma impossibilidade.

A luta intensa e permanente contra este governo, que assume já no discurso e na prática matizes neofascistas, não vai desembocar numa Revolução progressista. A serena consciência dessa realidade não justifica uma atitude de pessimismo, de passividade alienante. Em Portugal a participação nas lutas contra o sistema é transversal, abrange já segmentos da pequena e média burguesias, camadas sociais que ainda há poucos anos afirmavam não se ‘interessar pela politica’.

Ao longo da História, muitas gerações bateram-se por transformações revolucionárias que não se produziram durante as suas breves existências. Mas o seu compromisso era com as ideias e não com o calendário. Revoluções tão importantes para o progresso da Humanidade como a Francesa de 1789 e a Russa de 1917 não teriam sido vitoriosas sem a luta, a dedicação, o debate de ideias de uma extensa, maravilhosa cadeia de revolucionários que as imaginaram e para elas viveram.

Afirmar sem rodeios, frontalmente, que a ruptura em Portugal deve ser com o sistema capitalista, rumo ao Socialismo distante, esfumado num horizonte de brumas, é seguir o exemplo desses revolucionários, caminhar pelas alamedas que eles abriram combatendo.

Acredito que a luta de massas vai adquirir um ímpeto novo, que a repressão será incapaz de travar, um ímpeto vocacionado para abalar os alicerces do poder ultramontano.

 

Nota: Pensem como a nossa vida está a piorar com politicos que não queremos!

 

 

Se não eram capazes não se metiam nisto! Vendedores de banha da cobra.

 

 

Miguel Frasquilho outro duende das finanças, continua desaparecido, na verdade, um gajo que sempre foi muito crítico em tudo e mais alguma coisa, em especial sobre finanças, ele que tinha todas as soluções financeiras, mas curiosamente desapareceu, talvez para não emprestar a sua poção mágica, logo agora que precisavamos do gajo.

 

Isto porque infelizmente estamos cada vez mais tramados, e precisavamos de alguém que nos ajudasse.

 

Porra para os messias e para os ajudantes de feiticeiros!

 

Vítor Gaspar explicou esta manhã, numa reunião com os deputados do PSD e do CDS, que o défice real deste ano, sem medidas extraordinárias, ficaria acima dos 6%. Ora, como a tolerância admitida pela a troika foi apenas até os 5% este ano e os 4,5% no ano que vem, o Governo teve de pedir sacrifícios suplementares, disse o ministro das Finanças.

 

Adivinhem quem vai pagar de novo?

 

Por acaso as reduções tocarão aos senhores do governo? Aos senhores deputados? Aos... enfim...

 

Para que quero eu governantes destes!

 

{#emotions_dlg.no}

 

Calculem, até UNCTAD é contra o aumento de impostos.

 

 

 

A Agência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD)  mostrou-se hoje contra o aumento de impostos em tempos de crise e chegou mesmo a  aconselhar uma redução das contribuições das famílias para reduzir as  desigualdades e estimular o consumo.

 

"Não aumentaria os impostos num momento de recessão, não é uma boa ideia  aumentá-los, exceto talvez em certas taxas desde que não tenham impacto sobre a  procura", disse o diretor da divisão de estratégias de desenvolvimento da  UNCTAD, Heiner Flassbeck, numa conferência de imprensa.

 

Heiner Flassbeck explicou que a redução dos impostos às empresas seria "a  coisa mais estúpida", e que "os negócios não são determinados por impostos, mas  pela procura", pelo que defendeu um corte de impostos às famílias já que esta  medida "seria sim um grande benefício para as empresas e os governos".

 

 

{#emotions_dlg.no}

 

Ler mais: http://visao.sapo.pt/nacoes-unidas-contra-aumento-de-impostos-as-familias=f685540#ixzz26AZGXZbI

 

in Sapo.pt

PARA QUE QUEREMOS NA NOSSA VIDA GENTE DESTA?

 

PARA QUE QUERO EU POLÍTICOS DESTES?

 

(Que raio de gente arranjaram para gerir as nossas vidas).

 

 

"As medidas anunciadas, mais do que contornar a decisão do Tribunal Constitucional, são uma afronta ao que foi decidido por este tribunal no que respeita necessidade de garantir a distribuição equitativa dos sacrifícios por todos os cidadãos", refere a ASJP em nota enviada à agência Lusa.

 

Para os juízes, "penalizam-se, mais uma vez, aqueles que vivem apenas dos rendimentos do seu trabalho, quer como servidores públicos, quer como trabalhadores do setor privado, bem como os reformados e pensionistas".

 

A ASJP antecipa "mais um conflito de natureza constitucional", acrescentando que poderemos estar em "rota de colisão entre a ação governativa e os seus limites constitucionais".

 

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou na sexta-feira um aumento de 11 para 18 por cento da contribuição para a Segurança Social dos trabalhadores dos setores público e privado e a redução de 23,75 para 18 por cento da contribuição das empresas.

 

Com as novas medidas de austeridade os funcionários públicos continuam a perder o equivalente ao subsídio de natal e de férias, cuja suspensão tinha sido considerada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional.

 

Um dos subsídios continuará suspenso e o outro será diluído pelos 12 meses de salário, mas na prática será absorvido pelo aumento de 7 por cento da taxa a pagar à Segurança Social.

 

Para os funcionários do setor privado, o aumento da comparticipação para a Segurança Social equivalerá à perda de um salário por ano.

 

Os pensionistas continuarão sem subsídios de natal e férias.

 

As medidas estarão previstas no Orçamento do Estado para 2013 e são justificadas pelo Governo como forma de compensar a suspensão dos subsídios de férias e de Natal em 2013 e 2014, "chumbada" pelo Tribunal Constitucional, e de promover a criação de emprego.

 

 

In Sapo.pt

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Contador de Visitas


visit counter

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D