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Entregue aos bichos

eles comem tudo...

eles comem tudo...

A fertil imaginação destes governantes e a corda do Passos

 

 

O Ministério das Finanças está a estudar a hipótese de tornar definitivos os cortes aplicados este ano às pensões de reforma.

(Que falta de imaginação, não haverá mais onde cortar).

O projeto, no entanto, só avançará se o Tribunal Constitucional avalizar a Contribuição Extraordinária de Solidariedade, que permitiu a redução das reformas acima dos 1350 euros.

É uma das medidas ainda em estudo para redução permanente da despesa do Estado e que será apresentada à troika na próxima avaliação, marcada para final deste mês. (Esperemos que os senhores juízes, no mínimo, defendam o deles).

No entanto, as dúvidas constitucionais sobre a proposta de redução real das reformas - nomeadamente a possibilidade do TC considerar que ela viola o princípio da confiança dos reformados - trava as intenções do Governo. (Que se lixe a populaça, no deles é que não cortam).

Fontes governamentais garantiram ao Expresso que, porém, a "proposta continua em estudo e em cima da mesa". (Obrigado!).

Mais avançadas estão as propostas de cortes de 4 mil milhões de euros na despesa do Estado.

O Governo quer lançar um programa alargado de rescisões de contratos para funcionários públicos de mais baixas qualificações - e que representam cerca de 36% do total - que será financiado através do recurso ao fundo de pensões do Banco de Portugal. (E pronto, de novo a fértil e malévola imaginação destes governantes! Mandam montes de gente para a reforma e nunca mais actualizam as mesmas e etc., o que é um autêntico golpe de encher o saco e mais uma vez a populaça será empurrada para mais miséria!).

Outras fontes de financiamento deste projeto de emagrecimento da Administração do Estado serão os fundos comunitários de formação e empreendedorismo, assim como receitas extraordinárias provenientes de novas privatizações. (E assim avaçaremos para o mundo com um fantástico projeto de exportações!).

 

Talvez os cérebros dos nossos governantes vendidos lá fora nos pagassem as dívidas! Tentemos vendê-los, mesmo que não rendam um centavo ficamos aliviados de semelhantes meninos!

 

Para que quero eu políticos destes!

 

 

 

Uma teia de mentiras

 

Afinal o Álvaro é mesmo mentiroso, um dia os filhos dele terão vergonha de ter um pai mentiroso.

 

Bastava o Álvaro da Economia ter dito uma verdade no Parlamento: o senhor secretário de Estado não se demite porque se o primeiro-ministro mantém a confiança no Relvas, ninguém neste Governo tem vergonha do que quer que seja. E pronto, bastava.

 

Não foi por acaso, que o Relvas veio a correr defender a "vítima" de mais um "linchamento"...

 

Felizmente a SIC, no Jornal da Noite, desmentiu ponto por ponto o que disse o Álvaro sobre o novo secretário de Estado do Empreendedorismo e a TVI fez o mesmo. Claro, entre os muitos factos que desmentem o ministro, há um, claríssimo: Miguel Cadilhe (quando assumiu a presidência do banco, pós-Oliveira e Costa) enfrentou Franquelim Alves porque este não lhe comunicou a dimensão da fraude no grupo BPN. Além disso, a carta que o ministro invocou como tendo sido escrita por Franquelim Alves para desmascarar as trapaças no BPN, não foi, afinal, escrita por ele, como lhe demonstraram os deputados da Oposição.

 

Ouviram o Álvaro contradizer? Nem pó.

 

 

Para que quero eu políticos destes!

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